sábado, 24 de julho de 2010

Quando a liberdade se torna opressão

Anônimo,

Estou intitulando-o assim, no intuito de achar alguém que se torne você, cuja os sentimentos sejam semelhantes, ou que apenas compreenda o que se passa neste órgão vazio e ao mesmo tempo cheio chamado coração.Você conhece alguém que gosta do amor, mas não gosta de ser amada? Digo, apreciar contato físico... Eu sou tão vazia nesse quesito. Ou então cheia demais. Pouco me basta, não gosto de melação. Também não gosto desse amor moderno amigo; relacionamentos tão profundos quanto uma poça d'água numa rua horizontal sem buraco algum. Como pode alguém amar outra pessoa no prazo de um mês?! Ou então, confundir tal sentimento, que tem de ser livre com dependência? Às vezes eu tenho tanto medo de ficar sozinha por ser assim. Muitas vezes, isso já aconteceu num curto prazo de tempo, aí eu queria afeto... Mas quando eu tenho, me sufoca. Talvez eu seja egoísta não é? Também tenho medo da aproximação excessiva de algumas pessoas...Tenho medo de entrarem no meu mundo, mas sei que se eu continuar agindo de tal modo, um dia vou querer ter alguém com quem dividir essa "coisa" que chamo de meu mundo e não terei. Eu ando dividida demais... Talvez seja só uma fase, como diz o Renato "É só uma questão de idade, passando dessa fase tanto fez e tanto faz".


Um beijo de uma habitante de marte.


>> Post retirado do blog da Lana. >> canseidefalsasverdades.blogspot.com <<
Creditos a ela, postei aqui pq me identifiquei.

XoXo Mandy L.

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